Formado em Direito pelo Recife. Mistura o positivismo de Comte, o naturalismo de Haeckel e
certa memória do ecletismo de Cousin. Chefe de fila da chamada Escola do
Recife, onde também enfileiram Sílvio Romero e Clóvis Beviláqua. Mulato, dito
da fulgurante plebe, declara ter trocado a blusa do poeta pelo
casacão do filósofo. Assinala que em toda a natureza as formas são
expressões das forças, e as forças não existem sem produzir as formas.
Logo, o cidadão é a forma social do homem, como o Estado é a forma social do
povo. Neste sentido, proclama que o conceito de sociedade...
representada como um sistema de forças combatente assume-se contra o
combate pela vida. Defende que o cidadão sem o homem, o homem sem o
cidadão, a sociedade abstraída do Estado; o Estado abstraído da sociedade não
passam de categorias lógicas do pensamento especulativo. Porque é mister que o cidadão exprima o
homem, como o Estado deve exprimir o povo; é mister que o homem faça o cidadão,
como o povo deve fazer o Estado.
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Bibliografia
| 1875 | Ensaios e Estudos de Filosofia e Crítica |
| 1875. | |
| 1888 | Questões Vigentes de Filosofia do Direito |
| 1888. | |
| 1926 | Varios Escritos |
| Aracuju, Edição do Estado de Sergipe, 1926. | |
| 1926 | Questões Vigentes |
| Aracuju, Edição do Estado de Sergipe, 1926. | |
| 1926 | Filosofia e Crítica |
| Aracuju, Edição do Estado de Sergipe, 1926. | |
| 1926 | Obras Completas |
| Rio de Janeiro, 1926. Cinco volumes. |