
Um dos introdutores do neoliberalismo no Brasil, na década de setenta do
século XX. Considera que o liberalismo é uma atitude de
vida, pelo que
não haverá um liberalismo, mas liberalismos. Uma atitude marcada pela recusa do
Estado e pela defesa da privaticidade. Diz-se influenciado por Croce e
subscreve a respectiva definição de liberalismo: o direito de errar, o direito de pecar, inalienável no
indivíduo.
&Bibliografia
A Evolução do Pensamento de Pereira Barreto
São Paulo, Grijalbo, 1967.
·Introdução à Filosofia Liberal
São Paulo, Grijalbo, 1971.
·O Fenómeno Totalitário
1990.
·Estudos Liberais
1991.
·Razão e Racionalidade
1993.