Respublica     Repertório Português de Ciência Política         Edição electrónica 2004

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Política comparada Na política comparada, destaquem-se as teorias gerais de Macridis [1955], Etzioni [1961 e 1965], Apter e Eckstein [1963], Beer e Ulam [1964], Almond e Powell [1966, 1978 e 1995], Bendix e Lipset [1966], Cohen e Midleton [1967], Brown e Macridis [1968], Crotty [1968], Rokkan [1968], Blondel [1969], Rasmusen [1969], Merkl [1970], Turner e Holt [1970], Dubow e Etzioni [1970], Urbani [1972], Hardgrave e Bill [1973], Frank e Irish [1978], Page [1985], Zeigler [1990], Easton, Gunnel e Graziano [1991], Wiarda [1991], Breslin, Hague e Harrop [1992], Lawson [1993], Chilcote [1994], Ethridge e Handelman [1994], Hauss [1994], Andrain [1995], Ersson e Lane [1995], Nagle [1995], Pierre [1995], Kesselman, Krieger e Joseph [1996].

 

França

Mesmo a politologia francesa produziu variadas políticas comparadas: Dogan [1982, 1984 e 1988]; Pélassy [1982]; Mény [1988 e 1993]; Hermet e Badie [1990]; e Seiler [1992]. Para além das comparações políticas gerais, existem perspectivas sectoriais: autoritarismos e totalitarismos, em Wittfogel [1957], O’Donnell e Schmitter [1986];

revoluções, em Russell [1974], Greene [1974], Skocpol [1979]; métodos de investigação, em Mayer [1972], Smelser [1976], Ragin [1987]; ideologias, em Rejai [1991], e Sargent [1993]; nacionalismos, em Snyder [1976]; eleições e partidos, em Neumann [1956], Butler e Ranney [1978], Rose [1979], Subileau e Toinet [1993]; a rational choice, em Tsebelis [1990]; democracias, em Lijphart [1977], Vanhanen [1984]; regionalismos, em Rousseau e Zariski [1987]; partidos, em Seiler [1986]; elites, em Putnam [1976].

 


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