Respublica     Repertório Português de Ciência Política         Edição electrónica 2004


Edição electrónica provisória do Centro de Estudos do Pensamento Político (ISCSP/UTL). Direcção de José Adelino Maltez
Governos do cabralismo (1842-1851)

As Forças Vivas do Cabralismo. Depois da restauração da Carta

 

Substituindo-se ao velho partido cartista, punha no lugar de uma ideia uma oligarquia, fazendo de um partido, na genuína acepção da palavra, um bando cujas fileiras ameaçavam destruir, em nome de planos governativos mais ou menos bem concebidos, tudo quanto em Portugal havia de nobreza no carácter, de independência na inteligência, de calor no coração.

 

Oliveira Martins

 

A partir do momento em que se convertera numa conquista insurreccional, a Carta deixara de ser uma concessão régia para passar a ser uma imposição revolucionária, e, assim sendo, já não podia considerar-se como garante do estabelecimento pacífico e duradouro da monarquia representativa em Portugal. A Carta Constitucional de 1826 era, a partir de agora, uma nova Constituição de 1822, de sinal contrário, é certo, mas igualmente perigosa.

 

Manuel Filipe da Cruz Canaveira

Governo do Entrudo

Governo do Duque da Terceira desde 9 de Fevereiro (1564 dias).  Passa a cartista a cem por cento em 24 de Fevereiro com a entrada de Costa Cabral  para a pasta do reino.

Governo de Palmela desde 20 de Maio de 1846 (140 dias).

Governo de Saldanha desde 23 de Julho de 1846 (987 dias).

Governo de Costa Cabral desde 18 de Junho de 1849 (683 dias). Presidente acumula o reino.

 

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Última revisão em: 16-11-1999


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