Respublica     Repertório Português de Ciência Política         Edição electrónica 2004


Governo do duque da Terceira/ Joaquim António de Aguiar.

 

 

De 16 de Março de 1859 a 4 de Julho de 1860. 3º governo da Regeneração. 2º governo regenerador. 4º governo sob o reinado de D. Pedro V. 477 dias Promove as eleições de 1 de Janeiro de 1860 Dissolução em 23 de Novembro de 1859

 

·A partir de 1 de Maio, o governo passa a ser presidido por Joaquim António de Aguiar, depois da morte de Terceira em 26 de Abril.

·Extinto o Conselho Superior de Instrução Pública de Coimbra. Emitido diploma sobre moedeiros falsos.

·Em 4 de Março de 1859, José Estevão e Ferrer apresentam uma moção anti-clerical. A Câmara dos Deputados ratificou a concordata em 6 de Fevereiro de 1860.

·Rodrigues Sampaio é nomeado vogal do Tribunal de Contas

·Serpa propõe a liberalização dos cereais logo em 18 de Abril.

·Assinado em 14 de Setembro de 1859 um contrato com o financeiro espanhol D. José de Salamanca para a conclusão da via férrea do Norte e para a ligação ao Entroncamento

·Dissolução da Câmara dos Deputados em 23 de Novembro de 1859

 

 

 

Aumenta a repressão dos moedeiros falsos

Aumento dos impostos para o financiamento dos caminhos de ferro. Começam a intensificar-se as acusações de corrupção contra os governantes. Estes são vistos como ladrões por parte importante da opinião pública.

Confirmada a reforma do ministério e a livre introdução dos cerais em 13 de Fevereiro de 1860; em 10 de Junho de 1860 era fundada a Real Associação Central da Agricultura Portuguesa que em 13 de Janeiro de 1861 elegia João Rebelo da Costa Cabral como primeiro presidente. Em Maio de 1860 surgia a Associação Industrial Portuguesa.

 

 

Governo do duque da Terceira/ Joaquim António de Aguiar

·Até à sua doença, Terceira acumulou a presidência, a guerra e os estrangeiros. Terceira morre em 26 de Abril de 1860.

· Fontes Pereira de Melo no reino, mas acumulando a marinha desde 16 de Março de 1860;

·Martens Ferrão nos negócios eclesiásticos e justiça (até 4 de Julho de 1860)

·Casal Ribeiro na fazenda, com os estrangeiros desde 24 de Abril de 1860;

·Adriano Maurício Guilherme Ferreri na marinha (até 12 de Março de 1860, quando faleceu)

·António Serpa nas obras públicas.

Em 16 de Março de 1860:

·Fontes substitui Adriano Maurício Ferreri na marinha, por morte deste. Teve uma congestão cerebral em plena Câmara dos Deputados em 9 de Março de 1860.

 

Em 24 de Abril de 1860,

·Com a doença de Terceira, António Serpa passa a acumular a guerra e Casal Ribeiro a acumular os estrangeiros.

 Em 1 de Maio de 1860:

·Joaquim António de Aguiar assume a presidência;

·Joaquim António Velez Barreiros, barão da Senhora da Luz assume a pasta da guerra;

·José Marcelino Sá Vargas na marinha

·Casal Ribeiro mantém a fazenda e os estrangeiros

·António Serpa fica apenas com as obras públicas.

 

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