Respublica     Repertório Português de Ciência Política         Edição electrónica 2004

 

De 27 de Maio a 1 de Junho de 1823:

Na sequência da Vilafrancada, nomeado novo governo por D. João VI:

· Hermano José Braamcamp de Almeida Castelo Branco Sobral (1755-1846) Sobral nomeado para os estrangeiros, pasta que recusa.

·José Maria das Neves Costa, na guerra.

·José António Faria de Carvalho, no reino (recusa a pasta)

·José Mouzinho da Silveira, na fazenda

·D. Manuel João Lúcio, na marinha

O governo, apesar de ter amplos poderes, nada determinou. Aliás, os ministros Neves da Costa, Faria de Carvalho e Braamcamp do Sobral passaram-se para Santarém, colocando-se ao lado de D. Miguel.

 

Cortes nomeiam, de 30 de Maio a 2 de Junho:

Major José Máximo Pinto da Fonseca Rangel., na guerra.

·Marciano de Azevedo para o reino, em lugar de Faria de Carvalho

·Francisco de Oliveira para os estrangeiros, em lugar de Sobral.

Depois da Vilafrancada

De 1 de Junho de 1823 a 15 de Janeiro de 1825

·Manuel Inácio Martins Pamplona Corte Real (conde de Sub-Serra desde 1 de Junho) na guerra e na marinha, com a função de ministro assistente ao despacho

·Joaquim Pedro Gomes de Oliveira no reino (rainhista);

·Manuel Marinho Falcão de Castro na justiça (rainhista);

·José Xavier Mouzinho da Silveira na fazenda;

·D. Pedro de Sousa Holstein, conde de Palmela nos estrangeiros.

Em 19 de Junho de 1823:

Mouzinho da Silveira abandona a pasta da fazenda

Em 19 de Março de 1824:

·Leite de Barros, conde de Basto passa a assumir as pastas do reino e da justiça (rainhista).

Em 14 de Maio de 1824:

·Frei Patrício da Silva, arcebispo de Évora na justiça

·Palmela assume o reino

 

 


 
© José Adelino Maltez
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Última revisão em: 11-04-2009