Ávila, Joaquim Tomás de Lobo de  (1822-1901)


 

 1º Conde de Valbom, desde 1875. Engenheiro. Político português, activista e líder da maçonaria. Alinha com os históricos e os progressistas, mas acaba por passar-se para os regeneradores. Por várias vezes deputado e ministro. Chega a par do reino. Acalenta o sonho de chefiar o governo. Pai de Carlos Lobo d'Ávila

Maçon. Proprietário. Oficial do exército. Engenheiro de pontes e calçadas por Paris. Participa na revolta anticabralista de 1844. Era, até então, membro da loja maçónica Filantropia, de marca cabralista.

Deputado desde 1853-54.  Membro da unha negra dos históricos.

Ministro das obras públicas, comércio e indústria em 1862. Ministro da fazenda de 1862 a 1865.

Grão-mestre da Confederação Maçónica em Fevereiro de 1863, sucedendo a José Estevão. Derrotado para o mesmo cargo em Março de 1864. Constitui em Maio de 1864 a Confederação Maçónica Progressista de Portugal.

Ministro da guerra do governo de Loulé, o terceiro governo histórico, de 11 de Agosto de 1869 a 26 de Maio de 1870.

Par do reino desde 1874.  Passa para o partido regenerador.

Volta a ser ministro no governo de João Crisóstomo, de 25 de Maio de 1891 a 17 de Janeiro de 1892 (da marinha, da instrução e dos negócios estrangeiros) 

·Estudos de Administração Lisboa, Tip. Universal de Tomás Quintino Antunes, 1874. Obra em dez capítulos, com esboço histórico, definições e princípios, confronto entre centralização e descentralização, administração distrital, municipal e paroquial, contencioso administrativo e conselho de Estado.

 

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