Respublica           Repertório Português de Ciência Política            Total: F/Fl
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                © José Adelino Maltez. Última revisão em: 31-12-2003
 

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Lista de artigos

Artigos em grosso
FLA (1974)
Flandres Flathman, Richard E.
Flanagan, Scott
Fleiner-Gerster, Thomas
Florença
 
Flandres Em flamengo Vlaaderen; em francês Flandre. A região está actualmente repartida entre a França (capital em Artois) e a Bélgica. Deriva de um antigo condado, fundado por Carlos o Calvo em 862; em 1384 foi integrada no ducado da Borgonha. Foi com a casa da Borgonha, principalmente com Filipe o Bom (1419-1467) que ocorreu a unificação da Flandres com as outras províncias belgas; a partir de 1477, com o casamento de Maria da Borgonha com Maximiliano, a Flandres passou para a órbitra dos Habsburgos; em 1549 foi incorporada por Carlos V nas 17 províncias que formavam o círculo da Borgonha; sofreu várias amputações territoriais com a pressão de Luís XIV
 
 
Flathman, Richard E.
·Political Obligation
Nova York, Atheneum Books, 1972.
·The Practice of Political Authority
Chicago, The University of Chicago Press, 1980.
·Toward a Liberalism
Ithaca, Cornell University Press, 1992.
 
 
Flanagan, Scott
·Crisis, Choice and Change. Historical Studies of Political Developmen
Boston, Little, Brown & Co., 1973. Com Gabriel Almond e R. J. Mundt.
·Loyalty. An Essay on the Morality of Relationships
Oxford, Oxford University Press, 1993. Com George P. Flechter.
 
 
Fleiner-Gerster, Thomas Doutor em direito por Zurique. Professor na universidade de Friburgo. Criador e dirigente do Instituto de Federalismo suíço. Considera que se a autoridade pública é respeitada pode reger fazendo um uso moderado e discreto da força pública tal como uma boa lâmpada precisa de pouca corrente eléctrica. Pelo contrário, quando a autoridade do Estado é fraca, é precisa então muita corrente, isto é, força pública ou poder económico, para se obter a luz, isto é o direito
A outra face da moeda na teoria da soberania tem a ver com o facto da mesma, como assinala Thomas Fleiner‑Gerster não ser uma consequência, mas não à regionalização! uma condição prévia da estadualidade. O que implica que a estadualidade se encontre à disposição dos homens e significa que o carácter constitutivo do Estado pode ser adquirido ou suprimido pela conquista, anexação ou ocupação. Quando uma qualquer associação conquista a soberania sobre um determinado território, ela torna‑se soberana. As entidades estaduais podem, portanto, desaparecer, modificar‑se ou renascer. Encontra‑se aí a base teórica do colonialismo assim como o que serve para legitimar uma guerra justa. A estadualidade está à disposição de todas as forças que estão em condições de conquistar a soberania sobre um determinado território
 
 
 
FLORA, JOAQUIM DE Ou GIOCCHINO DA FIORE (1130-1202)ìFiore.
 
 
Florença Firenze (it.) Os Medici chegam ao poder em 1434, estabelecendo uma espécie de principado hereditário, com Cosme (1434-1464), Piero (1464-1469) e Lourenço o Magnífico (1469-1492). Entre 1494 e 1498, é estabelecida uma república teocrática com Savonarola. Segue-se uma república de comerciantes, na qual Maquiavel é governante. Em1512, com o apoio dos espanhóis, regressam os Medici que, em 1569, recebem o título de grão-duques da Toscana, mantendo-se no poder até 1737