Respublica Repertório Português de Ciência Política Edição electrónica 2004 |
Governo de Sá da Bandeira (1865)
De 17 de Abril a 4 de Setembro de 1865 sobe ao poder novo governo ainda histórico, sob a presidência de Sá da Bandeira.
Eleições de 1865
Eleições de 1865 Nas eleições de 9 de Julho de 1865, a vitória coube a uma união de regeneradores e históricos que se apresentou sob o nome de comissão eleitoral progressista, ou do centro, conseguindo obter uma ligeira vitória. A união, defendida pelos ministros António José de Ávila e Silva Sanches, o ministro do reino, tinha, aliás, a oposição de Joaquim Tomás António de Lobo Ávila[1].
Desde 17 de Abril a 4 de Setebro de 1865. Demitido o governador civil do Porto, Januário Correia de Almeida, o visconde de São Januário. Será imediatamente eleito deputado, como protesto Dissolução parlamentar Tratado de comércio com a França Tratado de comércio com a França em 11 de Junho Regresso de Saldanha a Lisboa Saldanha regressa a Lisboa em 4 de Julho, vindo da embaixada em Roma Eleições Eleições em 9 de Julho de 1865. 30 Reabrem as Cortes Reabertura do parlamento em 30 de Junho.
De 17 de Abril a 4 de Setembro de 1865
141 dias
Promove as eleições de 9 de Julho de 1865
·Demitido o governador civil do Porto, Januário Correia de Almeida, o visconde de São Januário. Será imediatamente eleito deputado, como protesto
·Dissolução da Câmara dos Deputados em 15 de Maio de 1865.
·Saldanha regressa a Lisboa em 4 de Julho, vindo da embaixada em Roma
·Eleições em 9 de Julho de 1865.
·Em 7 de Setembro de 1865, as cortes são adiadas por 59 dias até 5 de Novembro de 1865.
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Governo de Sá da Bandeira
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5º governo da Regeneração 2º governo sob o reinado de D. Luís |
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·Presidente acumula a guerra e a marinha. ·Silva Sanches no reino e na justiça. ·António José de Ávila na fazenda e nos estrangeiros. ·Carlos Bento da Silva nas obras públicas (até 4 de Setembro de 1865). |
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