
Governo
nº 111 de Mário Soares II Governo constitucional (23 de Janeiro,
211 dias). Formalmente, continua a ser um governo do PS, embora inclua
militantes do CDS, como Vítor Augusto Nunes Sá Machado, nos estrangeiros,
e Basílio Adolfo Mendonça Horta da Franca, no comércio e turismo, e Rui
Pena, na reforma administrativa.
Constituído
em nome da política de austeridade em matéria financeira, devido à pressão
do FMI, destacando-se a acção do ministro das finanças, Victor Manuel Ribeiro
Constâncio. A questão agrícola há-de ser o pretexto para a queda do governo,
face às críticas que ao modelo são lançadas no interior do CDS, principalmente
por Amaro da Costa e Francisco Lucas Pires.
Outros
ministros: António de Almeida Santos (adjunto), Mário Firmino Miguel (defesa
nacional), Alberto Marques de Oliveira e Silva (administração interna, até 27
de Fevereiro, sucedendo-lhe Jaime Gama), José Dias dos Santos Pais (justiça),
Luís Silvério Gonçalves Saias (agricultura), Carlos Montês Melancia (indústria
e tecnologia), António Manuel Maldonado Gonelha (trabalho), Mário Augusto
Sottomayor Leal Cardia (educação e investigação científica), António Duarte
Arnaut (assuntos sociais), Manuel Branco Ferreira Lima (transportes e comunicações)
e António Francisco Barroso de Sousa Gomes (habitação e obras públicas).
Arquivo
histórico do Portal do Governo
Projecto
CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência
Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas,
desde que indicada a origem. Última revisão em:
31-03-2009